Pular para o conteúdo principal

Postagens

O Preto no Topo, representatividade e o Pantera Negra.

Chegou hoje (15) nos cinemas nacionais Pantera Negra, o mais novo filme do universo cinematográfico da Marvel. E logo de antemão já aviso: É um p*ta filme! Ainda é meio cedo pra dizer que é o melhor filme da casa das ideias, mas de longe este é uma das melhores produções dos últimos anos; com uma história muito bem desenvolvida, personagens carismáticos e um herói que é O CARA.

Desde o anuncio do filme e quando começou a campanha de marketing, a expectativa era muito grande; já que Ryan Coogler (diretor de Creed) foi confirmado como diretor do longa. Esse seria o primeiro grande herói a ganhar um longa - até então outros personagens como o Blade ou até Hancook já tinham seus filmes, mas nenhum desses tem a importância do Pantera Negra. E em tela vemos toda essa importância do herói, tanto como um personagem importante para essa grande saga da Marvel (que vai culminar em Vingadores: Guerra Infinita), tanto como um personagem que pode falar com a sociedade, e que assim como a Mulher-Ma…
Postagens recentes

La Casa de Papel e por que a gente gosta de anti-heróis?

Sucesso de crítica e publico, La Casa de Papel se tornou rapidamente um fenômeno da internet, no Brasil - graças a Netflix que já disponibilizou as duas partes, não foi diferente. É possível que na timeline de muitos tenham aparecido vários posts e fotos da série; como ainda não vi a série, não posso afirmar que é incrível ou ruim, mas claramente da pra falar sobre os personagens e sobre a afeição que foi criada nessas ladras e ladrões "boa pinta".

Pra falar sobre isso, antes vamos voltar alguns anos no tempo. Mais exatamente em 1999 com uma das séries mais elogiadas e premiadas da história da TV norte-americana; Família Soprano da HBO que talvez seja a responsável por essa nova leva de anti-heróis empáticos na TV e no cinema. O personagem principal da série é Tony Soprano (James Gandolfini) um mafioso no melhor estilo O Poderoso Chefão (na série os personagens fazem referencia ao clássico do cinema) que no meio de problemas familiares, com a máfia e de ansiedade, começa a s…

Star Trek: Discovery; nerdice, cultura pop; vamos falar de racismo [de novo] e #takeaknee

Star Trek: Discovery estreou na ultima segunda (25) na Netflix; e depois de algumas semanas turbulentas, não havia momento mais oportuno para nos lembrarem que ainda existe esperança. Nas ultimas semanas nos EUA durante os jogos da NFL (liga de futebol americano) alguns jogadores ajoelharam-se durante o hino nacional em protesto a violência policial e desigualdade racial no país, e embora para alguns norte-americanos - tal qual o Presidente Trump [leia mais] - essa atitude seria um ato de desrespeito à bandeira dos EUA e aos soldados que lutam pela liberdade e os ideais do país, a discussão tomou proporções maiores e levantou uma pergunta: jogadores e outras figuras publicas devem ter um posicionamento politico definido ou não?

#StarTrekDiscovery #takeaknee Uma publicação compartilhada por Sonequa Martin-Green (@therealsonequa) em Set 24, 2017 às 10:09 PDT A atriz Sonequa Martin-Green também protestou no dia da estreia de Star Trek: Discovery nos EUA
E antes de falar sobre a importânci…

Drik Barbosa, empoderamento, promiscuidade, Mulher-Maravilha e o short curto

Depois de assistir ao filme da Mulher-Maravilha e ouvir o verso da Drik Barbosa em Poetas no Topo 3.1 [mais uma vez]; ficou ainda mais pertinente em mim falar sobre as mulheres, sobre feminismo (na visão leiga de um homem) e sobre empoderamento. Pois bem, comecemos pelo filme e sua importância: Mulher-Maravilhaé o primeiro filme baseado em quadrinhos de super-heróis com uma protagonista mulher - e a representatividade não para por aí. Já que a própria personagem foi criada num contexto para ser a antítese ao padrão de vida que as mulheres viviam a 76 anos atrás. E com maestria a diretora Patty Jenkins transmite essa mensagem de empoderamento durante o filme. Mostrando uma mulher forte, que não tem vergonha de suas roupas e nem precisa do aval de outro homem para usa-las, uma mulher que não está na posição de donzela em perigo - e também uma mulher que não é masculinizada por ser uma guerreira, Diana (Gal Gadot) no filme tem várias camadas enquanto mulher - algo que já é contra muitos…

O melhor e o pior, prêmiações, Kendrick Lamar e o "disco do ano"